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terça-feira, 17 de maio de 2011

Felipe brinca: 'O velhinho aqui ainda dá um caldo legal, não é?'


Aos 33 anos e um dos líderes do elenco, apoiador não esconde a felicidade pelo prêmio de melhor meia do Carioca, mas sonha com a inédita Copa do Brasil


 Aos 33 anos, Felipe abriu mão da vida tranquila que levava no Qatar para voltar ao futebol brasileiro, com muito mais pressão, e ao clube de coração, o Vasco. O início foi conturbado, chegou a conviver com lesões no ano passado. No início deste ano foi afastado do grupo após uma Taça Guanabara muito ruim. Mas deu a volta por cima, passou a comandar o time com dribles e passes preciosos e , na última segunda, foi coroado com o prêmio de melhor meia do Campeonato Carioca.
Experiente e um dos líderes do grupo, Felipe não escondeu a alegria pelo prêmio recebido. Para ele, foi uma resposta aos que duvidavam da sua capacidade. Brincalhão e bem humorado, ele fez piada com a própria idade e disse que quer ainda mais nesta temporada. O objetivo maior, como não poderia deixar de ser, é a Copa do Brasil, título que nunca conquistou em sua vitoriosa carreira.
- O prêmio mostra que o velhinho ainda dá um caldo legal, não é (risos)? Fiquei feliz de ter vencido e fazer parte da seleção dos melhores do Carioca. A gente sempre trabalha para obter sucesso e o prêmio coroou. Mas vamos agora em busca de um título, que é o que realmente importa - afirmou.
Meia Prêmio Cariocão 2011 (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Felipe superou a concorrência e foi o melhor meia do Carioca 2011 (Foto: André Durão / Globoesporte.com)
Ciente de que ele é cada vez mais uma referência para os mais jovens do elenco, Felipe não foge da responsabilidade e diz que cumpre bem este papel. Sempre que possível procura aconselhar os pupilos, que o chamam até de paizão.
- Sei da minha responsabilidade. Procuro conversar com os mais jovens sempre que posso. Todos estamos focados nestes próximos jogos e sabemos da importância que uma Copa do Brasil tem para o clube e para as carreiras de cada um - explicou.

Vasco x Avaí: ingressos esgotados


Torcida vascaína promete fazer uma grande festa em São Januário


Os ingressos para a primeira partida semifinal da Copa do Brasil entre Vasco e Avaí, que será realizada, às 21h50m, desta quarta-feira, em São Januário, estão esgotados. A carga total de pouco mais de 20.500 bilhetes foi comercializada até o início da tarde desta terça. Com isso, todos os postos de vendas já estão fechados.
A torcida do Vasco promete ajudar a equipe nessa partida tão importante diante do Avaí. As equipes ainda voltam a se encontrar na próxima semana, no estádio da Ressacada, em Florianópolis. Na outra semifinal, Ceará e Coritiba brigam por uma vaga na grande decisão.

Meu Jogo Inesquecível: a bela virada do Vasco que fez Chico Anysio torcer


Vitória dramática sobre o Palmeiras por 4 a 3, na final da Mercosul em 2000, mexeu com o humorista de coração dividido pelos dois clubes


É como se um craque da bola voltasse aos gramados após um bom tempo no departamento médico. Chico Anysio já pode ser visto nas telas da TV com sua marca registrada: o humor fino, inteligente, antenadíssimo com o mundo, que lhe conferiu a camisa 10 na seleção dos mestres do sorriso. A recuperação dos sérios problemas de saúde pelos quais passou nos últimos meses ainda segue, mas a Salomé, de Passo Fundo, uma das centenas de personagens marcantes que criou,  já pode ser vista no "Zorra total", aos sábados, na Rede Globo. Só que, para falar de futebol, o humorista pega emprestada a alegria do dublê de jogador Coalhada e a inspiração do Pantaleão para contar suas histórias. Sem exageros...
Uma das mais interessantes na vida do humorista é a troca de camisas. Sim, Chico assume sem constrangimento que já torceu por vários clubes. O Palmeiras foi o único que jamais deixou de ter espaço. Vasco, América e Flamengo já se revezaram na preferência carioca, hoje mais em alta pelo fato de Chico morar há muito tempo no Rio. Cruzeiro, Grêmio, Santa Cruz e agora o Inter do amigo Falcão contam também com a simpatia do humorista, que há anos não larga a camisa cruz-maltina.
Chico anysio camisa do vasco (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Chico Anysio mostra camisa personalizada que ganhou de Roberto (Foto: André Durão / Globoesporte.com)
Talvez por isso, além do fato de ter sido comentarista de futebol no rádio e na TV e criado no mundo do futebol - o pai foi presidente do Ceará -, ele não seja daqueles de comemorar muito a vitória do time. Mais contido, estilo blasé, confessa, no entanto, que uma partida o tirou do sério. Justamente quando o coração estava dividido. Perto do Natal de 2000, naquele 20 de dezembro, Palmeiras e Vasco, os preferidos do coração de Chico, decidiam a Copa Mercosul. O Verdão fez 3 a 0, mas o Gigante da Colina conseguiu virar para 4 a 3 de forma sensacional. A partida marcou não só o humorista como todo vascaíno que viu aquele duelo.
- Eu sou Vasco e Palmeiras. O primeiro time pelo qual torci foi o Palestra Itália. Quando moro em São Paulo, prefiro o Palmeiras. Quando moro no Rio, prefiro o Vasco. Esse jogo eu vi em Belo Horizonte, onde eu prefiro... o Cruzeiro. Assim que o Palmeiras fez 3 a 0, pensei que estava resolvido. Naquele momento, não torcia para nenhum. Aí, vi quando o Palmeiras perdeu o jogo: o técnico botou o time marcando homem a homem. O do Vasco (Joel Santana) tirou o Nasa e lançou o Viola, que não tinha marcador. E ele desarmou tudo. O Vasco fez 1 a 3, 2 a 3, 3 a 3 e 4 a 3. Vibrei na virada. Quando o Romário fez o segundo gol, o Palmeiras enlouqueceu, e já fiquei torcendo para o Vasco, que empatou. O Palmeiras abriu o jogo. Juninho Paulista e Romário jogaram muito. Foi uma partida brilhante. - afirmou Chico Anysio, no seu apartamento, na Barra da Tijuca.
'O Vasco é o time da virada...'
O humorista lembra que estava na cidade mineira em excursão com uma peça. Naquela noite, de folga, resolveu assistir à partida no hotel, na companhia do então empresário, Róbson Paraíso, já falecido. Róbson era torcedor do Náutico e também se deixou contagiar pela espetacular reação do Vasco, que no primeiro tempo não viu a cor da bola. Apenas uma jogada de Romário assustou o Verdão, que aos 35 recebeu um presente de Júnior Baiano. O zagueiro cortou um cruzamento com a mão dentro da área. Pênalti que Arce converteu, abrindo o placar. No minuto seguinte, Magrão aumentou, e aos 45 Tuta marcou o terceiro.
Tanto Chico quanto seu amigo Róbson e o resto da torcida do Vasco não esperavam o que aconteceu nos 45 minutos finais. E, conforme o humorista mesmo lembrou, Viola entrou para esquentar um jogo já praticamente perdido. O Vasco partiu para o ataque e, aos 14, Romário diminuiu de pênalti marcado sobre Juninho Paulista. Nove minutos depois, replay: Juninho Paulista derrubado na área, gol de pênalti do Baixinho.
A partir daí, o cearense que conquistou o Brasil passou a acreditar na virada. Nem a expulsão de Júnior Baiano, aos 32, cortou o otimismo, premiado aos 40 com o gol de Juninho Paulista. E a musiquinha tão cantada nos estádios "O Vasco é o time da virada, o Vasco é o time do amor..." ganhou forma aos 48,  quando Viola iniciou jogada concluída por Juninho Paulista. No rebote, Romário mandou para as redes pela terceira vez naquela noite e iniciou uma grande festa em São Paulo e no Rio. Chico comemorou, mas do seu jeito.
- Eu não grito gol nem pulo. Fui criado no futebol. Meu pai foi presidente do Ceará Sporting. A concentração era no nosso sítio, em Maranguape. Nunca vi um jogador dizer "o Ceará perdeu", "o Ceará ganhou". Era só "ganhei o bicho", "perdi o bicho". Só pensam no dinheiro. Aí, pensei: eles é que têm que torcer, não eu. Nunca vibrei, nem com a Seleção. Agora, o 4 a 3 do Vasco foi diferente. O outro que eu vibrei foi o do gol do Cocada, na vitória sobre o Flamengo por 1 a 0, na final do Carioca de 1988. Eu estava atrás do gol. O chute do Cocada foi lindo. E a bola espalhou água, estava chovendo... Ele entrou em campo aos 44 do segundo tempo, fez o gol aos 45 e foi expulso aos 46...
Explicação para mudanças de time
Chico Anysio gosta e entende tanto de futebol que consegue ser um bom advogado de defesa para as trocas de camisa que já fez como torcedor. Ele não entende por que se critica tanto quem resolve torcer para outro clube.
- Eu acho o seguinte: você muda de mulher e não é vira-leito. Você muda de rua e não é vira-placa. Você muda de fé e não é vira-cruz. Quando muda de time, é vira-casaca. Por quê? Eu estou Vasco. Se o Vasco fizer uma grande sacanagem com alguém amanhã, eu deixo de ser. Imediatamente.
Uma das mudanças de time do hurmorista aconteceu em plena viagem, quando voltava de carro de Piraí, escutando o jogo do América. Daí em diante, não trocou mais.
- A equipe jogava contra o Náutico no campo do Vasco. Tinha que empatar para passar para a fase seguinte do Brasileiro. E acabou derrotada por 3 a 0, três gols do Baiano. Eu tinha falado, antes do jogo: "Se o América perder esse jogo, eu paro de ser América. Vou fazer 50 anos, não posso ter uma velhice preocupada. Aí eu voltei a ser Vasco, que tinha sido o primeiro time pelo qual torci no Rio. Tinha deixado de ser Vasco por causa de uma safadeza que a diretoria fez com o treinador, o Gentil Cardoso. Aí, pensei: vou escolher um outro time. E escolhi o maior adversário do Vasco, o Flamengo, que tinha sido o sétimo colocado no Carioca de 1952.
Chico Anysio com a camisa do Vasco (Foto: André Durão / GLOBOESPORTE.COM)Chico Anysio diz que poucas  vezes vibrou com gols
(Foto: André Durão / GLOBOESPORTE.COM)
No período rubro-negro, Chico Anysio ficou amigo do treinador paraguaio Fleitas Solich, que era seu vizinho. Certa vez, o técnico, depois de sagrar-se tricampeão carioca com o Rolo Compressor de Dida, Evaristo, Joel, Rubens & Cia., confessou ao humorista que havia rumores de que sairia e já iniciara os contatos - recebera, inclusive, proposta do Boca Juniors, repassada à diretoria, para saber se a intenção do clube era mantê-lo ou dispensá-lo.
- No dia seguinte, ele me falou: "Vou ficar. O presidente disse que só saio do Flamengo quando ele sair." Era o Fadel Fadel. O Flamengo viajou para a Espanha. Quando Don Fleitas chegou no hotel, tinha um telegrama para ele, o dispensando. Aí, pensei: como um clube tem um presidente que dispensa um técnico sem coragem de falar no olho dele? Esse time é muito pequeno para mim. Vou tirar tudo de sujo que tem na camisa. Aí, virei América. Então, tudo tem um motivo. Depois que deixei de ser América, voltei a ser Vasco e não mudei mais. Fui muito bem recebido de volta, ninguém me chamou de vira-casaca. E o time do meu fundinho do meu coração é o Palmeiras - afirmou, mostrando, no entanto, a camisa personalizada que ganhou do presidente cruz-maltino, Roberto Dinamite.
Amigo de Falcão
Os amigos também fazem o humorista trocar de camisa... regionalmente falando. Gremista em Porto Alegre, Chico Anysio afirmou que está numa sinuca desde que Paulo Roberto Falcão, ex-comentarista da TV Globo, assumiu o comando do Internacional. Um dos maiores jogadores - senão o maior - da história colorada é seu amigo pessoal.
- Somos muito amigos desde o tempo em que era juvenil do Inter. Na época, eu o indiquei ao Palmeiras. O dirigente foi a Porto Alegre, mas o Inter disse: "Com ele, não tem negócio." Isso motivou o aumento do salário no Inter. E ele ficou grato a mim, porque o indiquei ao Palmeiras. Depois, ficamos amigos. Quando ele foi para Roma,  jogar no Roma, e eu estive lá, ficou como meu cicerone por um dia. Depois, nos encontramos em Santa Catarina. Ele estava com o Mário Sérgio. Quando vou a Porto Alegre, jantamos juntos. A Cristina, mulher dele, é minha amiga também. Então, com o Paulo técnico, não posso torcer contra ele. Então, sou um mau torcedor, torço mais é pelos amigos.
Os craques do Chico
Falcão é também um dos craques preferidos de Chico, que lista os melhores de cada clube pelo qual torceu. Tal como o Professor Raimundo da escolinha mais famosa do Brasil, mostra todo o conhecimento sobre um dos seus assuntos favoritos. No Flamengo dos anos 1950, cita Dequinha, Rubens, Joel, Dida...
- Esse teve um azar na vida: foi nascer junto com o Pelé.
No América, o humorista faz nova lista de respeito: Canário, Alarcon, Leônidas, João Carlos (de quem foi reserva nos juvenis do Fluminense e num time da Glória) e Ferreira. Isso nos anos 1950 e 1960. Nos anos 1970,  Ivo, Tadeu, Edu, Bráulio... A do Vasco inclui Walter Marciano, Pinga, Danilo Alvim, Ademir de Menezes, Lelé...  e Roberto Dinamite.

Chico, e o Mané? Para o humorista, o Anjo das Pernas Tortas é um capítulo à parte.- Quando arrancava do meio-campo, Roberto lembrava o estillo do Ademir. E dava uma bomba... No fim de carreira, recuou para o meio-campo e ainda fez o Romário, que para mim foi o segundo maior jogador do mundo, atrás apenas do Pelé. Olha a minha lista dos cinco melhores: Pelé, Romário, Zico, Di Stéfano e Maradona. O Zico foi para o Udinese, que era o Volta Redonda da Itállia, e sagrou-se vice-artilheiro do campeonato, jogando partidas a menos que o Platini, que era do Juventus, o time campeão.
- O Garrincha era diferente. Uma definição boa para o Garrincha tem o Alceu Valença: "O Luiz Gonzaga foi o Pelé... O Garrincha foi o Jackson do Pandeiro." Ele era aquilo... Um samba de breque, uma melodia especial. Ganhou duas Copas, principalmente a de 62.
Divino, o melhor
A lista do Palmeiras também é boa. Oberdan, Waldemar Fiúme, Dudu, César Maluco, Servílio, Tupã, Rinaldo... E nessa lista tem o jogador preferido de Chico, o maior da história do Palmeiras: o camisa 10 Ademir da Guia, o Divino, craque dos anos 1960 e 1970.
- Ademir, para mim, foi o maior jogador do mundo. Botava o jogo no ritmo dele. Tinha o passo enorme. Um dia, o Flamarion, que tinha 19 anos quando trocou o Guarani pelo Cruzeiro, foi obrigado a marcá-lo em todos os lugares, até no banheiro. Pois bem... O garoto saiu de campo aos 20 minutos cansado, sem poder dar entrevista. E o Ademir em campo... 3 a 0 para o Palmeiras. Ele não era lento, a lentidão era aparente. Sofreu uma maldade que o Zagallo fez na Copa de 74, quando o deixou com Alfredo e César no hotel e não levava para treinar. Quando enfrentou a Polônia, foi eleito por oito jornalistas como um dos melhores da Copa, tendo atuado uma partida só - afirmou, com o ar professoral de quem sabe. Agora, é torcer para o Professor Raimundo voltar às telas da TV.
PALMEIRAS 3 X 4 VASCO
Sérgio, Arce, Gilmar, Galeano e Tiago Silva; Fernando, Magrão, Rodrigo Taddei e Flávio;  Juninho e Tuta (Basílio).Helton, Clébson, Odvan, Júnior Baiano e Jorginho Paulista; Nasa (Viola), Jorginho (Paulo Miranda), Juninho e Juninho Paulista;  Euller (Mauro Galvão) e Romário.
Técnico: Marco Aurélio.Técnico: Joel Santana
Gols: Arce, de pênalti, aos 36, Marcão, aos 37, e Tuta, aos 45 minutos. No segundo tempo, Romário, de pênalti, aos 14 e 23 minutos; Juninho Paulista, aos 41, e Romário, aos 48.
Cartões amarelos: Flávio e Fernando (Palmeiras); Nasa, Odvan, Júnior Baiano, Jorginho Paulista e Helton (Vasco). Cartão vermelho: Júnior Baiano (Vasco)..
Data: 20/12/2000. Local estádio Palestra Itália, em São Paulo.Competição: Copa Mercosul de 2000 (decisão). Árbitro:: Márcio Rezende de Freitas, auxiliado por Jorge Paulo Oliveira Gomes (DF) e José Carlos Silva Oliveira (RS). Renda: não divulgada. Público: 29.993 pagantes.

Papa-prêmios, Dedé sonha com primeiro título na carreira


Após ser eleito melhor do Campeonato Brasileiro e do Campeonato Carioca, zagueiro espera conquistar a Copa do Brasil


Dedé vasco cariocão 2011 (Foto: Ag. Estado)Dedé foi eleito o melhor terceiro zagueiro do Campeonato Carioca (Foto: Ag. Estado)
Ano passado o prêmio foi do Campeonato Brasileiro. Neste ano foi o do Carioca. Mesmo com tão pouco tempo de carreira, Dedé, de 22 anos, está se mostrando um verdadeiro papa-prêmios. A próxima competição é a Copa do Brasil. Esta não tem premiação individual, mas isso não incomoda o zagueirão. O que ele quer mesmo é ver o Vasco recebendo o troféu maior, o que representaria feito inédito na história do clube.
- A expectativa é a melhor possível. Estamos vivendo um grande momento e não podemos mais bobear. Faltam quatro jogos para fazer história e levantar o troféu que realmente importa - afirmou Dedé, para depois brincar com o fato de a Copa do Brasil não ter premiação.
- Quem sabe eles não criam? É um fator de motivação. Mas foi o que eu falei, de nada adianta ganhar prêmios se não conquistarmos o título Se fizermos isso fica mais fácil receber os elogios - disse.
Após receber sua segunda premiação individual em tão pouco tempo, Dedé não conseguia esconder a felicidade. Para ele, os méritos são frutos tanto do seu trabalho quanto do apoio de seus companheiros de clube. Por falar em parceria, o camisa 26 elogiou seu braço direito, Anderson Martins, eleito o melhor em sua categoria.
- Isso tudo é fruto de bom trabalho que a gente faz no Vasco. Estou realmente muito feliz - finalizou.

Vascaínos poderão estampar as mãos nos muros de São Januário


Clube lança campanha que faz parte do movimento 'Eu Abro mão', iniciado com a nova camisa número 3


O Vasco lança nesta terça-feira uma campanha que faz parte do movimento "Eu Abro mão", tema da camisa 3 do clube, que lembra a história cruz-maltina contra o racismo. Serão escolhidos 1923 sortudos torcedores que irão estampar suas mãos nos muros de São Januário. Alguns jogadores irão participar desta iniciativa
O número 1923 representa o ano em que o Vasco, então Campeão Carioca, se recusou a demitir seus jogadores negros e mulatos para participar do campeonato do ano seguinte ao lado de Fluminense, Flamengo, Botafogo, América e Bangu.
Campanha do Vasco contra o racismo (Foto: Fred Huber / Globoesporte)Como ficarão os muros de São Januário após a pintura (Foto: Fred Huber / Globoesporte)

Como participar
Terceira camisa Vasco (Foto: Reprodução)Campanha será feita nas redes sociais da internet
(Foto: Reprodução)
Para concorrer, o torcedor precisa utilizar o aplicativo que está disponível na página do patrocinador do Vasco no Facebook (www.facebook.com/Penaltybr), e também pode ser instalado no perfil no Orkut. Pela webcam, a pessoa terá que capturar uma imagem da mão. Com isso, estará automaticamente no sorteio que escolherá as 1923 mãos. Quanto mais cedo os torcedores se cadastrarem, mais chances terão, já que os sorteios irão acontecer a partir do momento que a campanha estiver no ar até o dia 27 de maio.
O diretor de marketing do Vasco, Marcos Blanco, disse que os não escolhidos ainda terão a chance de colocar a marca da mão em um "muro" na internet.
- Haverá um sorteio para ficar com a marca em uma parede na internet. O torcedor poderá dar um zoom e achar sua mão - afirmou.
A designer canadense Vanessa Carpenter e o engenheiro dinamarquês Nicolas Friis irão trazer para o Brasil uma impressora capaz de estampar imagens gigantes na vertical.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Fernando Prass faz a festa dos fãs durante o lançamento do seu boneco


Goleiro ganha o 'boa sorte' de muitos torcedores vascaínos durante sessão de autógrafos nesta segunda-feira, em um shopping do Rio de Janeiro


Boneco Fernando Prass (Foto: Fred Huber / Globoesporte.com)Prass dá autógrafo para um pequeno torcedor
(Foto: Fred Huber / Globoesporte.com)
O departamento de marketing do Vasco lançou na noite desta segunda-feira, em um shopping da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, o boneco do goleiro Fernando Prass. O jogador esteve no local acompanhado da família e atendeu a muitos pedidos de autógrafo e fotografias. Foi necessário organizar uma fila do lado de fora do estabelecimento. O minicraque, que será vendido por R$ 49,90, foi modelado pelo artista plástico Wilson Iguti.
O que mais Prass ouviu foram elogios e comentários sobre o momento decisivo que o Vasco vive na Copa do Brasil. Animado com mais uma demonstração de carinho do clube e dos torcedores, o camisa 1 disse que gostou do boneco e da homenagem.
- Gostei, ficou muito legal. Primeiro foi feito um modelo, depois falei algumas coisa que eu achava que poderiam ser mudadas. Aí ele deram o retoque final. Ainda bem que lançaram logo porque senão precisaria mudar o cabelo, já que estão ficando poucos (risos). A idade vai chegando. A torcida gosta deste tipo de produto, e para o jogador é legal também porque é uma homenagem. Todos gostam de ser bem tratados.
Os filhos de Fernando Prass foram os que mais se divertiram durante o lançamento do minicraque. Agora, Fernando Prass se prepara para o duelo com o Avaí, quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), em São Januário, no primeiro jogo da semifinal da Copa do Brasil.
Boneco Fernando Prass (Foto: Fred Huber / Globoesporte.com)Fernando Prass levou toda a família para o evento (Foto: Fred Huber / Globoesporte.com)


Boneco Fernando Prass (Foto: Fred Huber / Globoesporte.com)

Torcedores esgotam ingressos de arquibancada para jogo Vasco x Avaí


Só restam bilhetes da Social para o duelo desta quarta-feira, em São Januário, pela semifinal da Copa do Brasil


No segundo dia de vendas, a torcida do Vasco esgotou os ingressos de arquibancadas para o primeiro jogo da semifinal da Copa do Brasil, quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), contra o Avaí, na Colina. Nesta segunda-feira de chuva fina, houve filas nos pontos de venda logo cedo, antes mesmo de as bilheterias abrirem. Agora, só restam entradas para a Social, que custam R$ 60 a inteira.
fila ingressos são januário vasco semifinal copa do brasil (Foto: Fred Huber / Globoesporte.com)Torcedores enfrentam longa fila por ingressos em São Januário (Foto: Fred Huber / Globoesporte.com)
Ao todo foram colocados à venda 20.500 ingressos, carga menor do que a do jogo contra o Atlético-PR (22 mil), quando houve superlotação em determinados lugares. O atacante Eder Luis ficou animado com a confiança mostrada pelos torcedores.
- É muito bom que tenha um grande público, ruim é quando não te muita gente no estádio. Nossa torcida vai comparecer. É uma responsabilidade a mais, mas também uma empolgação maior.
Postos de vendas:
Estádio de São Januário (Bilheterias 11 e 17)
Sede Náutica da Lagoa
Sede do Calabouço
Casa de Viseu - Rua CArlos Chambelland, 40 - Penha Circular
Lojas Nação Cruzmaltina - Rua São João, 34 lj 114
Bilheteria do Madureira EC - Rua Conselheiro Galvão, 130
Lojas Brilhante - Rua da Silva CArdoso, 436 - Bangu
Duque de Caxias E.C.- Av. Pastor Manuel Avelino de Souza nº 27 - Xerem - Duque de Caxias
Bilheteria Sul do Engenhão